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segunda-feira, julho 12, 2004

Guia de boas práticas para mães. Consulte: Jardim das Delícias.

terça-feira, dezembro 30, 2003

Só para descontrair. Duas loiras passeiam num parque quando uma diz:
- Oh! Olha para aquele cão só com um olho!
A outra, tapando um olho com a mão, pergunta:
-Onde? Onde?
Margarida Rebelo Pinto. Tenho andado despistada. Só hoje descobri que este grande pilar da nossa literatura tem uma página na Internet. Onde a autora —sempre preocupada com a falta de acesso do povo à cultura — escreve: "Para ter ou oferecer os meus livros, compre comodamente na nossa loja, sem ter de sair de casa." Neste site também temos acesso, entre muitas outras coisas, aos livros que a Margarida está a ler neste momento. E ficamos a saber que o Mega Ferreira tem, pelo menos, um leitor.
É como diz o povo e com razão: Um mal nunca vem só!
XIS. Essa grande revista que acompanha o jornal Público aos sábados proporciona-me belos momentos de diversão, acompanhados de pujantes gargalhadas, enquanto leio os magnifícos editoriais da Laurinda. São admiráveis: todos iguais, lamechas, cheios de lugares comuns, de frases feitas e lamentavelmente mal escritos. Se puderem leiam. Não percam as três frases de destaque. Estas sim são verdadeiramente fabulosas. Laurinda, por favor continue. Não me tire as gargalhadas de sábado. À direcção do Público agradeço a publicação de tão fantástica revista. E, acima de tudo, fico contente por terem feito da direcção da XIS uma verdadeira família!

terça-feira, dezembro 23, 2003

Herman José (II). Caro Joel mais uma vez concordo consigo. O Herman está um ser nojento, mal educado e grosseiro. Vamos criar uma liga contra o Herman e contra a parada de horrores que desfilam no Herman SIC.
Sumo concentrado. Duas loiras estavam a beber um sumo e então vira-se uma para a outra:
- Porque é que estás a beber esse sumo tão concentrada?
Vira-se a outra:
- Porque está aqui escrito: «beba este sumo de manga concentrada».
Divirtam-se. Não por ser Natal mas porque é feriado. Fiquem bem.
O amor acontece. Motivo de orgulho nacional: a actriz Lúcia Moniz é cabeça de cartaz numa comédia de amor de Richard Curtis — realizador de Quatro Casamentos e Um Funeral —, ao lado de Hugh Grant, Rowan Atkinson, Liam Neeson, Emma Thompson e o giraço do brasileiro Rodrigo Santoro. Até aqui tudo bem. O problema, ou a infelicidade, surge quando percebemos o tipo de papel que lhe foi atribuído. A Lúcia de todos nós interpreta uma criada de servir que não sabe uma palavra de inglês e que pertence a uma família de emigrantes portugueses com bigode (eles e elas), camisolas interiores com alças e onde todos falam aos gritos. Senti vergonha de ser portuguesa. Será que esta ainda é a imagem que passa lá para fora? Porque, com todos os nossos defeitos, nós já não somos assim. Eu não sou.
O Circo do Herman. Perdoe-me por estar recorrentemente a voltar a falar deste senhor. Mas ele anda a superar-se. No domingo, num momento de zapping, vejo o José Cid (sim, ele ainda mexe) a cantar montado num cavalo branco, numa arena de um circo. Sem perceber o que se passava, telefonei, em extase, a uma amiga — que partilha da minha admiração pelo Herman — que, como eu, não estava a acreditar no que via.
Será que merecemos? Não nos bastava já o Herman? Porque será que ele traz os amigos também? E como é possível ele ter amigos? Por favor dêem-nos a todos um presente de Natal: mandem o Herman descobrir armas de destruição maciça para o Iraque. Assim como assim, estão lá imensos tropas e ele iria adorar.
Natal nos hospitais. Já repararam que todas as televisões tem o seu? Pois é. O que é mau repete-se sempre! E agora como se não bastasse, todos os hospitais tem o seu. Acham normal? Não é bom puder ver as criancinhas doentes, os acamados e principalmente, todos os Carlos Ribeiro que apresentam programas de televisão (desta qualidade). Obrigada, directores de programas. O que seria da nossa vida sem vós?
Sonho. Nunca desistam de um sonho. Se não houver na pastelaria onde costumam ir, não hesitem: vão a outra. Feliz Natal.

quarta-feira, novembro 12, 2003

Construção. Encontrei nas palavras de Carlos Drummond de Andrade tudo o que sinto.
«Uma vez mais se constrói
a aérea casa da esperança
nela reluzem alfaias
de sonho e de amor:
aliança.»




segunda-feira, novembro 10, 2003

Gente idiota. Não suporto gente idiota. Hoje sinto-me só porque estou rodeada de idiotas. Só me apetece citar Ballester "A pior solidão que existe é darmo-nos conta de que as pessoas são idiotas." O que pudemos fazer? Talvez prosseguir e deixá-las viver na sua triste e só idiotice.



domingo, novembro 09, 2003

Noite, o que é? Não resisto a espreitar o Aviz todos os dias para saber como foi a noite. Porque noites assim fazem-me desejar receber cartas de amor, promessas e beijos. E deixam-me ficar feliz pelas vozes que chegam do outro lado do mar...

terça-feira, novembro 04, 2003

Outono. Da minha janela consigo ver a beleza do Outono. As árvores têm aquela cor que me lembra a lareira da minha avó e as castanhas assadas. Sinto que estou feliz. E na minha felicidade, sou nostálgica. Se pudesse viajava todos os fins de semana só para ver as cores do Outono. Talvez fosse para o Gêres (já q não posso ir para Viena). Era o que me apetecia. Viajar. Namorar. Viver mais.
Loiras. Só para descontrair:
Uma mulher polícia loira manda parar uma condutora loira. A agente pede-lhe a carta de condução e os documentos do veículo. A condutora procura, procura e não encontra a carta. A agente, já desesperada, diz-lhe q a carta tem a fotografia. A condutora loira vai tirando coisas da mala até q encontra um espelho. Pega no espelho e dá-o a agente para segurar. A polícia loira olha-se no espelho e diz: Colega porque não me disse logo que também era polícia!

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